No mundo atual, o consenso sobre a necessidade de qualificação exige a precisão e a definição do sistema de participação geral nas competições mensais que estão ocorrendo no momento, que são Assinatura do Mês, Avatar do Mês, Foto no Mês, Poesia do Mês, Desenho do Mês, Música do Mês e Game do Mês.

18 de Março, 2019, 18:25:20

Autor Tópico: Devaneios  (Lida 247 vezes)

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Devaneios
: 1 de Julho, 2015, 20:06:15
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Estou num daqueles dias deprê, rs... escrever acalma a minha alma.
Então, lá vai, esse é o devaneio do dia.

---- x ----

Ele anda pelas ruas, sem rumo, procurando um motivo, algo que o atraia. O silêncio é mórbido, dá para escutar o barulho das pedrinhas rolando pelo chão. Um convite para a tristeza, a solidão, o silêncio.
De repente, luzes machucam os seus olhos. Olha para frente, um bar. Ironia do destino.

- Ah, dane-se...

Entra e pede duas garrafas de vodka. Bebe uma delas num gole só, desce raspando. Não lembra mais quando começou a se sentir assim, esse aperto no peito, esse vazio. A segunda garrafa faz os pensamentos voarem.

- Senhor? Está tudo bem?

Uma voz surge ao longe...

- Senhor?

Alguém o cutuca no ombro. É uma mulher, parece bonita, mas pode ser efeito da vodka. Melhor abrir os olhos de verdade.

- O que você quer? – Fala, com a voz rouca e sonolenta.

- Eu preciso limpar o balcão, senhor. Desculpe...

Olha para o rosto da mulher, parece mesmo bonita, mas numa idade proibida.

- Quantos anos você tem? – Pergunta.

Ela se cala e te olha com uma expressão curiosa.

- Por que a pergunta repentina?

Sua voz é delicada, tão feminina que quase faz a embriaguez ir embora.

- Porque sim, quantos anos? – Observa o seu corpo, procurando pistas.

- Senhor, por favor, eu preciso passar pano no balcão. – O tom de voz é baixo, quase trêmulo.

Olha nos olhos dela. Marrom claro, quase mel. Pensa no açúcar, no sabor doce em sua língua.

- Responda a minha pergunta e eu te ajudo a limpar o balcão.

Ela se assusta com a direta e dá um passo para trás.

- Eu tenho 23 anos, por que?

Observa os seus seios, são pequenos e discretos embaixo do uniforme. Suas pernas são finas, brancas e lisas. Seus braços também são finos, parecem de criança. O rosto lembra um pêssego, daqueles que você alisa com os dedos por segundos.

- É mesmo a sua idade? – Os seus olhos caminham dos pés até os cabelos da garota.

- Você está me ofendendo, pare de olhar desse jeito. É algum pervertido?

Até o tom irritado soa atraente. O quão bêbado você está agora?

- Quer saber? Dane-se novamente!

Levanta bruscamente, fazendo-a dar mais um passo para trás.

- O que...?

Falta tempo para terminar a frase, os seus lábios roubam-lhe as palavras. O beijo começa leve, mas a sente escapando e o torna mais intenso. Segura seus braços, sentindo-a bem próxima, é possível sentir os seus seios. Lábios doces como batida de morango. Será que a língua tem o mesmo gosto?

- Mmm... – Escuta murmuros.

Não pensa duas vezes, a sua língua invade a boca da garota. É gostosa e dá vontade de se aventurar por horas. Até ela chutar o seu saco.

Re: Devaneios
Resposta #1: 2 de Julho, 2015, 01:15:08
  • Anael Limelight Feminino

  • "I'm one with the Force, and the Force is one with me!"
  • Semideus
  • Viúva do AT
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Curti! Poste mais


Kasdrael, minha Nana
Anjinha da Guarda e Sakura do Ruddy ^^~

Re: Devaneios
Resposta #2: 2 de Julho, 2015, 01:23:54
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Obrigada, coração.

Caso apareça uma continuação para essa cena na minha mente, eu escrevo amanhã, rs...

Faz tempo que não escrevia, bateu até uma nostalgia. Ops, rimou.

Re: Devaneios
Resposta #3: 2 de Julho, 2015, 01:26:23
  • Anael Limelight Feminino

  • "I'm one with the Force, and the Force is one with me!"
  • Semideus
  • Viúva do AT
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Já estive na pele da moça, mas era na escola e o menino ficou só na tentativa

Mas tenho curiosidade de saber como continua rrsrsrs

Acho que vou digitar a minha fic com o David Schwimmer


Kasdrael, minha Nana
Anjinha da Guarda e Sakura do Ruddy ^^~

Re: Devaneios
Resposta #4: 3 de Julho, 2015, 18:47:18
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Pobre menino! XD

Também gostei desse começo, tentarei montar uma história a partir dele.

Ross!!! /brl

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^^Anael Limelight^^

Melhorei a história, mas ainda escreverei mais... preciso pensar num título.

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Cheiro forte de cigarro na sala. A televisão está ligada, mas não tem nada passando, apenas um chiado irritante. Três garrafas vazias no chão e a mesa lotada de restos de comida. Sua cabeça dói, uma dor latejante. Abre os olhos e se depara com uma bituca próxima de sua boca.

- Ok, acho que é hora de levantar...

Levanta e percebe que a bituca é o menor de seus problemas, a sua roupa cheira a vômito. Tira a camiseta e joga no chão, enquanto abre os botões de sua calça. Chega até o banheiro e abre o box do chuveiro.

- Minha cabeça...

Termina de tirar a roupa e liga o chuveiro. Fecha os olhos e sente cada gota caindo em seu corpo. É uma sensação relaxante.

---- x ----

Abre os olhos e encara o seu reflexo no espelho. Tenta, já que o espelho encontra-se no mesmo estado da sua sala. Respira fundo e ajeita o seu cabelo com as mãos.

- Que cara nojenta... – Mumura com a cabeça baixa.

---- x ----

A rua está escura, apenas uma ou duas pessoas caminhando, acende um cigarro para se distrair. Anda sem rumo, procurando um motivo, algo que o atraia. O silêncio é mórbido, dá para escutar o barulho das pedrinhas rolando pelo chão. Um convite para a tristeza, a solidão, o silêncio. De repente, luzes machucam os seus olhos. Olha para frente, um bar. Ironia do destino.

- Ah, dane-se... – Joga o cigarro no chão e pisa em cima.

Entra e pede duas garrafas de vodka. Bebe uma delas num gole só, desce raspando. Não lembra mais quando começou a se sentir assim, esse aperto no peito, esse vazio. A segunda garrafa faz os pensamentos voarem.

- Senhor? Está tudo bem?

Uma voz surge ao longe...

- Senhor?

Alguém o cutuca no ombro. É uma mulher, parece bonita, mas pode ser efeito da vodka. Melhor abrir os olhos de verdade.

- O que você quer? – Fala, com a voz rouca e sonolenta.
- Eu preciso limpar o balcão, senhor. Desculpe...

Olha para o rosto da mulher, parece mesmo bonita, mas numa idade proibida.

- Quantos anos você tem? – Pergunta.

Ela se cala e te olha com uma expressão curiosa.

- Por que a pergunta repentina?

Sua voz é delicada, tão feminina que quase faz a embriaguez ir embora.

- Porque sim, quantos anos? – Observa o seu corpo, procurando pistas.
- Senhor, por favor, eu preciso passar pano no balcão. – O tom de voz é baixo, quase trêmulo.

Olha nos olhos dela. Marrom claro, quase mel. Pensa no açúcar, no sabor doce em sua língua.

- Responda a minha pergunta e eu te ajudo a limpar o balcão.

Ela se assusta com a direta e dá um passo para trás.

- Eu tenho 23 anos, por que?

Observa os seus seios, são pequenos e discretos embaixo do uniforme. Suas pernas são finas, brancas e lisas. Seus braços também são finos, parecem de criança. O rosto lembra um pêssego, daqueles que você alisa com os dedos por segundos.

- É mesmo a sua idade? – Os seus olhos caminham dos pés até os cabelos da garota.
- Você está me ofendendo, pare de olhar desse jeito. É algum pervertido?

Até o tom irritado soa atraente. O quão bêbado você está agora?

- Quer saber? Dane-se novamente!

Levanta bruscamente, fazendo-a dar mais um passo para trás.

- O que...?

Falta tempo para terminar a frase, os seus lábios roubam-lhe as palavras. O beijo começa leve, mas a sente escapando e o torna mais intenso. Segura seus braços, deixando-a bem próxima, é possível sentir os seus seios. Lábios doces como batida de morango. Será que a língua tem o mesmo gosto?

- Mmm... – Escuta murmuros.

Não pensa duas vezes, a sua língua invade a boca da garota. É gostosa e dá vontade de se aventurar por horas. Até ela chutar o seu saco.

---- x ----

- Você pediu! Bem feito, não sentirei dó!

Dor, muita dor. E, agora, é na outra cabeça. Para piorar, toda a vodka está voltando para sua boca. Escuta a garota gritando ao seu lado, mas não presta atenção. Senta no chão, abaixa a cabeça, fecha os olhos e respira fundo.

- Você... você está passando mal mesmo?

Sente a mão dela nos seus cabelos. Não fosse a vodka, quase aproveitaria seu perfume doce. Abre lentamente os olhos, levantando o rosto.

- Você chutou o meu saco. – Responde com um tom ríspido.
- Você me agarrou! – Ela grita e te empurra para trás, fazendo com que bata a cabeça na porta.
- Ai, cacete...! – Sente o mundo girando.
- Meu Deus, desculpa!

Ela corre para te socorrer e passa a mão na sua cabeça para ter certeza de que não machucou muito.

- Você está bem? Juro que não foi a intenção...

O perfume doce de novo. Uma mecha do cabelo dela está em cima da sua cara. Seus olhos estão fechados, respira fundo mais uma vez.

- Ok, não tem sangue, parece que está tudo bem... – Ela continua mexendo na sua cabeça.
- Escuta... eu consigo sentir os seus peitos esfregando na minha cara.
- O que? – A garota grita e se afasta rapidamente, quase caindo no chão.
- Era brincadeira, eu senti só os mamilos. Aliás, eles estão duros. – Aponta na direção dos seios dela.

Um tapa forte na cara e você desmaia.