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19 de Janeiro, 2019, 22:19:55

Autor Tópico: Devaneios  (Lida 239 vezes)

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Devaneios
: 1 de Julho, 2015, 20:06:15
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Estou num daqueles dias deprê, rs... escrever acalma a minha alma.
Então, lá vai, esse é o devaneio do dia.

---- x ----

Ele anda pelas ruas, sem rumo, procurando um motivo, algo que o atraia. O silêncio é mórbido, dá para escutar o barulho das pedrinhas rolando pelo chão. Um convite para a tristeza, a solidão, o silêncio.
De repente, luzes machucam os seus olhos. Olha para frente, um bar. Ironia do destino.

- Ah, dane-se...

Entra e pede duas garrafas de vodka. Bebe uma delas num gole só, desce raspando. Não lembra mais quando começou a se sentir assim, esse aperto no peito, esse vazio. A segunda garrafa faz os pensamentos voarem.

- Senhor? Está tudo bem?

Uma voz surge ao longe...

- Senhor?

Alguém o cutuca no ombro. É uma mulher, parece bonita, mas pode ser efeito da vodka. Melhor abrir os olhos de verdade.

- O que você quer? – Fala, com a voz rouca e sonolenta.

- Eu preciso limpar o balcão, senhor. Desculpe...

Olha para o rosto da mulher, parece mesmo bonita, mas numa idade proibida.

- Quantos anos você tem? – Pergunta.

Ela se cala e te olha com uma expressão curiosa.

- Por que a pergunta repentina?

Sua voz é delicada, tão feminina que quase faz a embriaguez ir embora.

- Porque sim, quantos anos? – Observa o seu corpo, procurando pistas.

- Senhor, por favor, eu preciso passar pano no balcão. – O tom de voz é baixo, quase trêmulo.

Olha nos olhos dela. Marrom claro, quase mel. Pensa no açúcar, no sabor doce em sua língua.

- Responda a minha pergunta e eu te ajudo a limpar o balcão.

Ela se assusta com a direta e dá um passo para trás.

- Eu tenho 23 anos, por que?

Observa os seus seios, são pequenos e discretos embaixo do uniforme. Suas pernas são finas, brancas e lisas. Seus braços também são finos, parecem de criança. O rosto lembra um pêssego, daqueles que você alisa com os dedos por segundos.

- É mesmo a sua idade? – Os seus olhos caminham dos pés até os cabelos da garota.

- Você está me ofendendo, pare de olhar desse jeito. É algum pervertido?

Até o tom irritado soa atraente. O quão bêbado você está agora?

- Quer saber? Dane-se novamente!

Levanta bruscamente, fazendo-a dar mais um passo para trás.

- O que...?

Falta tempo para terminar a frase, os seus lábios roubam-lhe as palavras. O beijo começa leve, mas a sente escapando e o torna mais intenso. Segura seus braços, sentindo-a bem próxima, é possível sentir os seus seios. Lábios doces como batida de morango. Será que a língua tem o mesmo gosto?

- Mmm... – Escuta murmuros.

Não pensa duas vezes, a sua língua invade a boca da garota. É gostosa e dá vontade de se aventurar por horas. Até ela chutar o seu saco.

Re: Devaneios
Resposta #1: 2 de Julho, 2015, 01:15:08
  • Anael Limelight Feminino

  • "I'm one with the Force, and the Force is one with me!"
  • Semideus
  • Viúva do AT
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Curti! Poste mais


Kasdrael, minha Nana
Anjinha da Guarda e Sakura do Ruddy ^^~

Re: Devaneios
Resposta #2: 2 de Julho, 2015, 01:23:54
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Obrigada, coração.

Caso apareça uma continuação para essa cena na minha mente, eu escrevo amanhã, rs...

Faz tempo que não escrevia, bateu até uma nostalgia. Ops, rimou.

Re: Devaneios
Resposta #3: 2 de Julho, 2015, 01:26:23
  • Anael Limelight Feminino

  • "I'm one with the Force, and the Force is one with me!"
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Já estive na pele da moça, mas era na escola e o menino ficou só na tentativa

Mas tenho curiosidade de saber como continua rrsrsrs

Acho que vou digitar a minha fic com o David Schwimmer


Kasdrael, minha Nana
Anjinha da Guarda e Sakura do Ruddy ^^~

Re: Devaneios
Resposta #4: 3 de Julho, 2015, 18:47:18
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Pobre menino! XD

Também gostei desse começo, tentarei montar uma história a partir dele.

Ross!!! /brl

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^^Anael Limelight^^

Melhorei a história, mas ainda escreverei mais... preciso pensar num título.

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Cheiro forte de cigarro na sala. A televisão está ligada, mas não tem nada passando, apenas um chiado irritante. Três garrafas vazias no chão e a mesa lotada de restos de comida. Sua cabeça dói, uma dor latejante. Abre os olhos e se depara com uma bituca próxima de sua boca.

- Ok, acho que é hora de levantar...

Levanta e percebe que a bituca é o menor de seus problemas, a sua roupa cheira a vômito. Tira a camiseta e joga no chão, enquanto abre os botões de sua calça. Chega até o banheiro e abre o box do chuveiro.

- Minha cabeça...

Termina de tirar a roupa e liga o chuveiro. Fecha os olhos e sente cada gota caindo em seu corpo. É uma sensação relaxante.

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Abre os olhos e encara o seu reflexo no espelho. Tenta, já que o espelho encontra-se no mesmo estado da sua sala. Respira fundo e ajeita o seu cabelo com as mãos.

- Que cara nojenta... – Mumura com a cabeça baixa.

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A rua está escura, apenas uma ou duas pessoas caminhando, acende um cigarro para se distrair. Anda sem rumo, procurando um motivo, algo que o atraia. O silêncio é mórbido, dá para escutar o barulho das pedrinhas rolando pelo chão. Um convite para a tristeza, a solidão, o silêncio. De repente, luzes machucam os seus olhos. Olha para frente, um bar. Ironia do destino.

- Ah, dane-se... – Joga o cigarro no chão e pisa em cima.

Entra e pede duas garrafas de vodka. Bebe uma delas num gole só, desce raspando. Não lembra mais quando começou a se sentir assim, esse aperto no peito, esse vazio. A segunda garrafa faz os pensamentos voarem.

- Senhor? Está tudo bem?

Uma voz surge ao longe...

- Senhor?

Alguém o cutuca no ombro. É uma mulher, parece bonita, mas pode ser efeito da vodka. Melhor abrir os olhos de verdade.

- O que você quer? – Fala, com a voz rouca e sonolenta.
- Eu preciso limpar o balcão, senhor. Desculpe...

Olha para o rosto da mulher, parece mesmo bonita, mas numa idade proibida.

- Quantos anos você tem? – Pergunta.

Ela se cala e te olha com uma expressão curiosa.

- Por que a pergunta repentina?

Sua voz é delicada, tão feminina que quase faz a embriaguez ir embora.

- Porque sim, quantos anos? – Observa o seu corpo, procurando pistas.
- Senhor, por favor, eu preciso passar pano no balcão. – O tom de voz é baixo, quase trêmulo.

Olha nos olhos dela. Marrom claro, quase mel. Pensa no açúcar, no sabor doce em sua língua.

- Responda a minha pergunta e eu te ajudo a limpar o balcão.

Ela se assusta com a direta e dá um passo para trás.

- Eu tenho 23 anos, por que?

Observa os seus seios, são pequenos e discretos embaixo do uniforme. Suas pernas são finas, brancas e lisas. Seus braços também são finos, parecem de criança. O rosto lembra um pêssego, daqueles que você alisa com os dedos por segundos.

- É mesmo a sua idade? – Os seus olhos caminham dos pés até os cabelos da garota.
- Você está me ofendendo, pare de olhar desse jeito. É algum pervertido?

Até o tom irritado soa atraente. O quão bêbado você está agora?

- Quer saber? Dane-se novamente!

Levanta bruscamente, fazendo-a dar mais um passo para trás.

- O que...?

Falta tempo para terminar a frase, os seus lábios roubam-lhe as palavras. O beijo começa leve, mas a sente escapando e o torna mais intenso. Segura seus braços, deixando-a bem próxima, é possível sentir os seus seios. Lábios doces como batida de morango. Será que a língua tem o mesmo gosto?

- Mmm... – Escuta murmuros.

Não pensa duas vezes, a sua língua invade a boca da garota. É gostosa e dá vontade de se aventurar por horas. Até ela chutar o seu saco.

---- x ----

- Você pediu! Bem feito, não sentirei dó!

Dor, muita dor. E, agora, é na outra cabeça. Para piorar, toda a vodka está voltando para sua boca. Escuta a garota gritando ao seu lado, mas não presta atenção. Senta no chão, abaixa a cabeça, fecha os olhos e respira fundo.

- Você... você está passando mal mesmo?

Sente a mão dela nos seus cabelos. Não fosse a vodka, quase aproveitaria seu perfume doce. Abre lentamente os olhos, levantando o rosto.

- Você chutou o meu saco. – Responde com um tom ríspido.
- Você me agarrou! – Ela grita e te empurra para trás, fazendo com que bata a cabeça na porta.
- Ai, cacete...! – Sente o mundo girando.
- Meu Deus, desculpa!

Ela corre para te socorrer e passa a mão na sua cabeça para ter certeza de que não machucou muito.

- Você está bem? Juro que não foi a intenção...

O perfume doce de novo. Uma mecha do cabelo dela está em cima da sua cara. Seus olhos estão fechados, respira fundo mais uma vez.

- Ok, não tem sangue, parece que está tudo bem... – Ela continua mexendo na sua cabeça.
- Escuta... eu consigo sentir os seus peitos esfregando na minha cara.
- O que? – A garota grita e se afasta rapidamente, quase caindo no chão.
- Era brincadeira, eu senti só os mamilos. Aliás, eles estão duros. – Aponta na direção dos seios dela.

Um tapa forte na cara e você desmaia.