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12 de Dezembro, 2018, 12:49:06

Autor Tópico: Ruínas da Sétima Igreja  (Lida 2734 vezes)

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #25: 23 de Julho, 2015, 20:56:38
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    . Seus olhos correram de onde estavam para a confusão que agora se formava, partes mais fracas da estrutura caim, a fumaça e o vento que formaram foram suficiente para que a jovem tampasse os olhos, o que estava acontecendo ? Quando pode finalmente olhar direito voltou a cabeça e o corpo completamente para a figura que surgia ali, aquele era... ? . Irmão? . Sua voz saiu fraca e falhada, ele parecia diferente, os olhos, a forma de vestir e aquela mascara a forma como falava com ela... Não era seu irmão que havia encontrado alguns dias antes na praia, dormindo no banco... Não era mais a mesma pessoa, mas ela tinha certeza, aquela presença era dele... Mas o que... ? Lembrou-se do que o outro havia lhe dito... Impossível... . Seus olhos variavam de um para o outro e parou finalmente em Asura, sua face estava séria ele a conhecia, sua expressão era clara, ela queria resposta e agora . Asura... O que esta acontecendo aqui!?


   

A Jasmy passou por aqui. 8D

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #26: 23 de Julho, 2015, 23:11:09
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[Zero permanecia parado olhando aquela mulher na mesma posição, notara que ela se sentiu incomodada pelo seu comentário, mas não entendia o por que, afinal ele apenas disse a verdade.Algo cujo o qual ele agora aprendia, que os seres daquele plano sentem-se ofendidos de contraparte com a realidade.]

Vejo que vive em um mundo cujo não é seu.Sua conciencia não avalia fatos que poderia estar abrangentes na sua frente.Uma pena sua mente ser tão fechada quanto seus olhos, mulher. - Zero dava um pequeno sorriso novamente


[Nesse momento já sentira ao longe a chegada de seu irmão, podia sentir a energia conflitante e tão similar a dele.Zero então da um pequeno sorriso e fecha os olhos no exato momento do impacto.Partes da igreja caíram perto dele mas mesmo aquelas que eram certas de atingi-los simplesmente desviaram e caíram ao lado como se essa fosse sua rota de caída de antes.Após a poeira dissipar e escutar a voz de preocupação de Liryionn ele então abria os olhos vagarosamente e olhava para ambos na mesma posição]

Liryionn, a quanto tempo meu pequeno irmão. - Dizia de forma saudosa com um sorriso sinico no rosto

Você continua colhendo as almas mais sentimentais e necessitadas para manipular e usurpar suas condições.Você realmente merece o titulo de manipulador assim como eu, porem nossa diferença é que eu manipulo as esferas, e você os corações e as almas desses seres decaídos - Dizia em tom calmo e frio

[Ainda sim um sorriso sincero, realmente estava satisfeito em revê-lo, as coisas estariam realmente ficando interessantes para zero, mesmo que seu irmão não sentisse o mesmo, era irrelevante para ele, pois a função de satisfação de Zero agora estava se reativando, e isso sim tornavam as coisas tanto mais interessantes, quanto perigosas para não só os demais mas também para com aquele plano]
« Última modificação: 24 de Julho, 2015, 03:23:00 por Z e r ø »

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #27: 24 de Julho, 2015, 04:06:23
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    . Piscou algumas vezes tentando apagar a poeira que surgia em seus olhos, ou em um ato idiota de dentar despertar de algum sonho maluco que a Senhora havia a colocado novamente, mas dessa vez parecia que nada tinha haver com ela... Que nada tinha haver com aquela mulher maligna que manipula seu destino como manipula uma boneca presa em fios de nylon. Sua cabeça caiu, os olhos dourados não enxergavam exatamente nada, realmente estava cega como o homem a havia dito, suas mãos moveram-se lentamente indo em direção a sua face e a cercando completamente. Catherine puxou o ar algumas vezes, forte, como se ele estivesse faltando em seu pulmão, mas era meramente uma forma dela se acalmar, depois da 10º respirada ela voltou a erguer o rosto ainda com a mão sobre ele mirando o homem que havia chamado seu irmão de irmão, seus dedos começaram a descer mostrando uma face serena e terna por completo, a confusão havia passado... Podia-se notar em seu brilho ouro uma curiosidade infinita de tudo, como uma criança que havia acabado de nascer e via o mundo pela primeira vez, alguma coisa parecido com animação pelo desconhecido, pelo novo .

    Irmão?... . Sua voz era controlada, como se a cada letra que seus lábios deixavam sair ela precisava contar até dez e novamente de dez a zero . Manipulação...? . Correu os olhos do homem acima para o seu irmão ao seu lado novamente, sua face estava curiosa, irritada com ele, o que era aquilo que lhe diziam de seu ente querido? Mais irritante era... Ela não duvidava que aquelas palavras fossem verdade, por alguma razão, ela não duvidava que tudo aquilo fosse verdade, talvez fosse aquela Senhora a manipulando novamente, Por Favor... Que alguém corte os fios de nylon que a prendiam a ela .


   

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #28: 24 de Julho, 2015, 15:22:15
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                    Sério, sem esboçar nenhuma reação com as acusações de Zero. - Como sempre tentando ferir com suas palavras, colocando o sentimento de dúvida nas pessoas por mera diversão, você nunca muda. - Ele foi caminhando lentamente em direção de Catherine, ouviu com atenção todo o questionamento da mulher, sabia que ela estava perdida, um sentimento confuso, jamais poderia ter imaginado seu irmão de uma outra forma como aquela.

                    - Me chamo Lyrionn, uma entidade de Oblivion, e este é meu irmão zero, digamos que é meu lado negro, somos como Yin & Yang. Seu irmão ainda vive comigo, somos como um, desde que ele nasceu foi escolhido para manter tamanho poder e servir como hospedeiro, por isto ele foi sempre diferenciado dos outros. E você também guarda algo dentro de si que ainda dorme, Catherine. - O homem parava agora diante da mulher, seu cabelo e seu traje molhado por conta da chuva que apertava, mas não era nenhum problema para ele, gostava da chuva, da sensação que aquele lugar lhe causava, conviveu com tudo aquilo dentro daquele corpo, enquanto ele apenas observava inoperante.

                    - Meu irmão, seu jogo jamais será concretizado enquanto eu estiver próximo, principalmente sua tentativa de mexer com o sentimental de Catherine, que sim, é minha irmã, agora, sou como um só também com este humano. - Ele apenas observava Zero de longe, sua voz saía meio mecanizada por conta da máscara na qual usava, aquele corpo não suportava 100% o poder de Lyrionn, por isto, usava de algumas tecnologias para lhe dar maior resistência.
« Última modificação: 24 de Julho, 2015, 15:32:35 por Ullr »

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #29: 24 de Julho, 2015, 16:33:30
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[Zero permanecia olhando seu irmão se apresentar a mulher e nada dizia, apenas quando seu nome era mencionado ele dava um pequeno sorriso]

Suas palavras clamam por confiança alheia Lyrionn, esse é o seu maior erro, é sua sentença de culpa - Diz de forma séria

Diz que eu estu jogando quando na verdade é você que toma corpos mortais apenas para vir a esse plano criar vínculos e se alimentar da desgraça de desfazer tais elos criados por você.Quanto a mim eu estou aqui em própria matéria.- Diz olhando para ele e para ela de forma calma

[Nesse instante zero sai do corrimão e fica de pé na sacada da igreja e olha o céu]

Somos seres controladores, criamos toda essa existência e ainda sim usa um corpo mortal banindo sua alma para o vazio por bel prazer.Sim eu sou o seu lado negro, as trevas que acalenta as almas que você fere com sua luz abrasante e injusta- Diz olhando o seu em tom sereno

[Zero voltava o olhar para os 2 que estavam a baixo dele com um olhar sereno e calmo, apesar de sua frieza e falta de emoção suas palavras eram diretas sem exitar.Bastava a mulher obter o minimo de inteligência razoável para sua raça que talvez entendesse as palavras de Zero.De fato zero era a parte negra do esquecimento e do vazio que ambos representavam.Mas o conceito de bem e mal, luz e trevas fora criada por mentes ínfimas desse plano, não se qualificava tais qualidades e defeitos a sua existência suprema.E apenas aqueles dotados poderiam compreender suas palavras]

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #30: 24 de Julho, 2015, 16:50:02
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    . Seus olhos corriam de um para o outro enquanto o corpo mais ensopado não poderia estar, controlar, irmãos, dimensões, corpos, destruição, alma... Ninguém em sua vida era normal ? Bem era pedir de mais se ela mesma não era uma pessoa comum, não acreditava em Anjos, em Deus, em Demônio ou criações, mas depois de conhecer aquela Senhora nunca mais iria mexer com o que não conhecia, foi um erro seu, curiosidade sempre foi seu ponto fraco e graças a ele estava presa com aquele voto inquebrável. Fechou os olhos brevemente enquanto os dois terminavam de discutir sua própria relação, subjugando os ditos "mortais", ditos isso e ditos aquilo... Sim ela era mortal, humana, imperfeita... levou a ponta do dedo indicador e polegar na base no nariz pressionando levemente, parecia que sua cabeça estava explodindo, que a qualquer momento seu cranio ia rachar . Ok, acho que entendi o que esta acontecendo aqui... . Ela fala sua voz estava calma, mas seus olhos não miravam nenhum deles, eles se encontravam cerrados e pressionados tentando fazer aquela dor passar... Que inferno era aquilo, depois diziam que o inferno era controlado por outro ser... Duvidava que algo podia ser pior do que a ridículas criaturas que corriam pelo mundo humano . Lyrionn, Asura... Não dou a minima para qual nome você usa no momento, Zero ou seja lá qual for o seu nome... Vocês disseram que controlam a existencia, brincam com o plano mortal e procuram se entreter com isso ao que vejo, porque se o mundo onde vivem, são ou foram criados fosse tão maravilhoso vocês não estariam aqui dependendo de humanos para passar seu tempo . Ela diz soltando a cabeça e levantando os olhos para os dois seria . Isso não me importa, quero saber o que vocês tem para me oferecer em troca do que posso dar a vocês


   

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #31: 25 de Julho, 2015, 07:10:46
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* O espírito aparece *


Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #32: 25 de Julho, 2015, 15:39:10
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                  Seu olho exposto seguiu em direção da mulher, um tanto que surpreso com o que a mesma acabara de propor. - Nossa estadia aqui vai muito além de uma mera diversão. O mundo onde vivemos é um lugar que você jamais gostaria de conhecer, um lugar onde até mesmo os anjos e os demônios tremem em ouvir. Estou aqui para um proposito muito maior, e seu irmão não foi um objeto escolhido apenas para o meu prazer, eu escolho crianças com doenças terminais, que sequer terão a chance de completar seu primeiro ano de vida e lhes dou a oportunidade de viver e servir para um propósito. Tudo que ele fala, o que ele ouve, o que ele sente, eu sinto também, assim como ele sentiu suas palavras, creio que não seja esta Catherine que ele imaginava, parece que o tempo causou mudanças.

                  Em um leve suspiro - Caso deseje negociar favores, creio que seu lugar seja mesmo com meu irmão. - Parece que desta vez seus esforços foram em vão, a índole que Catherine demonstrou, era algo totalmente diferente do que havia sentido dentro do irmão dela, o Asura. - Talvez desta vez tenha conseguido estar um passo a minha frente, Zero. - Ele virou-se de costas para a mulher, e foi caminhando lentamente para a outra parte do que restou da igreja, indo em direção á uma floresta, em passos lentos, ignorando a chuva que o encharcava. Não havia mais motivo para um embate, já que as escolhas pareciam estar feitas.

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #33: 25 de Julho, 2015, 15:51:29
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    . Aquelas palavras a avião machucado, mas sua atenção estava em outra coisa, a dor ainda era de mais, mas não podia deixar de sentir o peso de ver aquele homem que dizia ser parte de seu irmão sair, antes que ele pudesse sair Catherine deu alguns passo rápidos e o segurou pelo pulso firme, sabia que qualquer que fosse a força que ela exercia sobre o corpo dele não seria nada perto da força que o mesmo possuía, não iria pedir para ele ficar, muito menos chorar a despedida que se apresentava, ele também não quera quem ela achava que fosse os dois estavam decepcionados um com o outro... Mas tinha algo que ela precisava saber . Tudo o que você fez... O que você passou comigo até hoje, foi tudo mentira? . Ela encarava a nuca do homem e esperava por uma resposta, sabia que não iria segui-lo como fazia desde pequena com seu, sempre olhando para as costas dele e imaginando o dia que iria conseguir alcançado .


   

A Jasmy passou por aqui. 8D

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #34: 25 de Julho, 2015, 16:03:12
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           Parou ao sentir que foi segurado. - Tudo o que viveu com seu irmão foi real, ele sempre foi o que você sempre achou. - Ele logo continuou a andar após respondê-la, e comentou em tom baixo para si mesmo. - Você perdeu, Asura.

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #35: 25 de Julho, 2015, 18:25:24
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    . Ela observa o homem se retirar e sorri... Havia alcançado ele . Obrigada Lyrionn... Por manter meu irmão vivo ate agora... . Ela fala ainda a tempo do sussurro chegar ao ouvido dele. Volta a manter seu corpo ereto e se volta o homem na igreja . Entao... Os acordos sã com você?


   

A Jasmy passou por aqui. 8D

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #36: 27 de Julho, 2015, 02:50:50
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[Ver Lyrionn ser refutado e jogado fora daquela forma fazia Zero realmente era prazeroso, podia ver seu irmão ir como um perdedor, e mais uma vez mostrava a ele que suas maquinações não eram superiores as dele.Mesmo que fossem um só ainda eram eternos rivais, e nos ultimos milênios Zero tem vencido as disputas, isso vem se tornando frustrante e ao mesmo tempo prazeroso para o manipulador das esferas.]


E mais uma vez meu irmão, foi vencido pelo seu próprio veneno.E mais uma vez presenciou que os seres desse plano podem ser tão frios e obstinados quanto você -Dizia Zero de forma fria e direta

Lembre-se meu irmão, o poder é um conceito, que revela nossas limitações

[Zero  então dava um pequeno salto para a parte de baixo aonde estava aquela mulher que de fato o interessou,enquanto olhava o irmão ir embora por entre os ombros dela, ele dava um pequeno sorriso desdenhando e vitorioso]

Vejo que aquele que meu irmão usa como corpo um dia significou algo para você, e ao mesmo tempo você agora joga fora todo o se laço e sua memoria.Devo dizer que aprecio tal atitude.- Diz olhando nos olhos dela de forma misteriosa

[Zero da alguns passos rodeando a mulher de forma sutil observando-a.Seu longo cabelo branco decaia sobre seu corpo molhado que cobria parte de seu semblante gélido]

Me diga o que deseja alem da verdade de sua alma conflitante?Fale que sempre quis ouvir que esse corpo é apenas uma casca que contempla algo maior que a mera carne e que deseja sair em sua plenitude.- A voz de Zero saia como pregos perfurando a mente dela , palavras misteriosas que procuravam um significado perdido na alma

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #37: 27 de Julho, 2015, 11:45:59
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Deal [...]

    . Os olhos dourados acompanhavam os movimentos dele quando podia, seu semblante mantinha a tranquilidade e curiosidade. Mordia levemente o lábio inferior marcando de branco o vermelho da pele. Sua aparência era de quem havia saído de um banho de roupa e tudo, perguntava-se se aquela chuva uma hora iria parar.
      Segurava o pulso direito com a mão esquerda por trás das costas, anéis se encontravam em todos os seus dedos, sendo que os indicadores eram totalmente cobertos até passar suas unhas longas em formato de uma unha de dragão em bronze, a maioria de seus símbolos de pescoço e corpo eram ligados a construções, cálculos e coisas desconhecidas, todas em tons de dourado sem brilho, que sobre-saiam parecendo fazer parte dela e não terem sido pintados.
      Catherine balançou levemente a cabeça mediante as ultimas palavras quando finalmente os olhos voltaram a se encontrar, mantinha o queixo levantado o observando, seus olhos estavam ainda com aquele brilho curioso e um tanto interessada, ele ainda a irritava mas podia dar a ela o que queria... Parecia que com sua aproximação a Senhora não interferia em seus desejos . O que mais quero é me livrar dessa casca... . Sua voz estava calma enquanto levantava um pouco a mão e observava o próprios dedos com aquelas mesmas marcas diferentes . Esse corpo não é mais meu, e o que não é meu... Não me interessa . Ela fez uma breve pausa voltando a olha-lo nos olhos . Algo me diz que você pode me ajudar com isso . Ela finalmente sorri, um sorriso travesso pela lateral esquerda dos lábios, dando um ar mais divertido aos olhos dela .


   

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #38: 27 de Julho, 2015, 18:54:13
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[Zero dava um pequeno sorriso ao escutar as palavras dela, podia ver no semblante da mesma que antes era confuso agora parecia ser quem ela mesma era por dentro.Zero então paro em frente dela e segurou seu queixo delicadamente com uma das mãos, e deu um pequeno sorriso.Ela sentia as mãos dele como se fosse um cubo de gelo, seu olhar  penetrava os olhos dela como fogo queimando sua alma]

Se é isso que deseja, eu lhe darei - Diz olhando nos olhos dela

Mas e você, o que tem a me oferecer em troca - Dizia com um sorriso misterioso e malicioso no rosto

[Zero permanecia olhando nos olhos dela fixamente, sua face fria e calma parecia como se olhasse para uma máscara,ela podia sentir ao olhar nos olhos dele como se contemplasse um abismo de almas moribundas que vagavam no eterno sofrimento, podia realmente ver almas dentro de seus olhos]


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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #39: 27 de Julho, 2015, 19:29:46
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    . Tão frio quanto um morto poderia ser, foi exatamente o que passou pela sua mente e olhos enquanto não se atrevia a desviar o olhar daquela inexistência, não era por medo, ela não tinha medo de encarar seres como ele ou como sua Senhora, era por sua eterna curiosidade com aquela existência, aquilo não era normal... Aquilo foi criado . O que tenho a te oferecer? . Ela repete aquelas palavras e um sorriso quase equivalente ao dele, sua face estava erguida com a mão do mesmo, enquanto os pés se mantinham no chão, podia sentir devido ao vento alguns fios do longo cabelo prata tocar em seu corpo, tudo nele parecia ser feito de gelo, mais frio do que aquela chuva de inverno poderia ser . Se puder realmente fazer isso... Pode juntar o que sobrar e levar com você... . Ela falava sério, apesar do sorriso travesso nos lábios contornados de vermelho natural, e dos olhos dourados brilhantes que pareciam piscinas de ouro que nem mesmo o mais atrevidos dos caçadores ousariam penetrar, parecia um convite e tanto .


   

A Jasmy passou por aqui. 8D

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #40: 28 de Julho, 2015, 16:55:32
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[Zero dava um pequeno sorriso ao escutar a as palavras dela, em seguida ele tirava a mão do rosto dela e colocava 2 dedos no centro do peito dela.Nesse instante  ela sentiria uma dor intensa tão absurda que cairia no chão, era como se sua alma e carne fosse rasgadas se modificando, se moldando a algo novo completamente diferente, ou talvez fosse algo que ja estava latente simplesmente adormecido.Zero emana uma energia avermelhada da ponta dos dedos, pura energia demôniaca, coisa que não era de seu ser, mas que podia controlar muito bem.]

Se o que sobrar for de meu interesse que você, quem sabe talvez eu não leve para meu plano - Diz com um sorriso falso no rosto

[Zero permanecia olhando para o corpo dela agonizando no chão, de fato uma transmutação demorada que podia fazer de forma indolor , mas não teria graça se fosse assim, para ele toda dor pode ser justificada por seus meios e fins.Se era aquilo que ela queria, teria de aguentar o processo.Uma luz negra adornaria o corpo dela em forma de casulo, e no final o processo estaria completo]

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #41: 28 de Julho, 2015, 18:40:04
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Pain...

    . Seus olhos cerraram no momento do toque final, e a ultima coisa que pode ver foi aquele sorriso falso estampado em seus lábios, seu ultimo pensamento foi algo como "Sínico...".
      O corpo jovem bateu no chão com um estrondo entre água e terra, seus lábios deixaram escapar um único uivo de dor, aquela dor... Ela já havia sentido aquilo... Aquela energia, ela não lhe era estranha. Em sua mente veio a imagem de uma mulher de longos cabelos ruivos e olhos dourados como os seus, uma ligação... um acordo, e aquele sorriso igualmente falso na sua frente... Qual era o nome dela? Não... Estava trancado, ela não podia pronunciar nunca, nunca por conta daquele acordo...Seu corpo se contorceu no chão, os cabelos ruivos pareciam desbotar, os olhos dourados se abriram escorrendo a cor, cada gota que caia deles ia levando embora aquele ouro que ela carregava.

      Seus dentes fecharam fortemente e sons baixos podiam ser ouvidos nenhum grito de socorro, nenhum desespero de lamentos. Suas tatuagens brilharam e ela abraçou o próprio braço erguendo as costas em agonia mantendo as unhas fincadas na própria pele derrubando filetes de sangue. E novamente ela se contorceu para um lado, as tatuagens pareciam correr por seu corpo mudando de posição como se estivessem vivas. E simplesmente o rosto escuro daquela mulher lhe surgiu, os lábios vermelhos sangue se mexiam rapidamente dizendo algo de importância... Então tudo parou e ela se acalmou.

     Os cabelos antes vermelhos tornaram-se negros como se a vida tivesse sido retirada deles, ou devolvidas, os olhos lentamente foram se abrindo e o dourado havia sumido surgindo um verde vivo e vibrante a pupila estava fora de foco mas aos poucos foram se tornando maiores para se acostumarem a falta de iluminação naquele lugar, os lábios foram soltos e ela aos poucos se ergueu sobre os pés calmamente, como se o tempo tivesse parado com aquela movimentação. As tatuagens pareciam novas, totalmente trocadas de lugares, e alguns novos símbolos surgiram, dois braceletes que ela usava de metal caíram ao chão se desfazendo com o contato da pedra. Seu primeiro movimento quando ficou em pé foi levar as mãos ao rosto passando os dedos pelo olho direito e vendo as gotas douradas que haviam passado por ali, ouro. Ela sorriu.

     Sua cabeça se ergueu fazendo os cabelos negros balançarem com o movimento, os fios desciam até pouco abaixo de seu quadril longos e ondulados negros que quase sumiam com a escuridão do local. Seu sorriso era fixo para a esquerda. A cabeça era sua... Os braços eram seus, e os pensamentos também... Não sentia mais a presença dela... Agora lembrava seu nome . Lilith... . Ela sussurrou com calma e desejo, como se pudesse saborear aquele nome como um dos vinhos mais antigos e apreciados da humanidade, mas ainda assim algo lhe dizia que não tinha se livrado por completo daquela mulher... Aquele sorriso o ultimo, ela sabia exatamente o que estava acontecendo .


   

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #42: 28 de Julho, 2015, 20:26:19
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* nas ruínas da sétima igreja, o ectoplasma toma forma de matéria *



Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #43: 31 de Julho, 2015, 02:18:24
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[Zero permanecia olhando a transformação da mulher como algo comum, não se impressionava com nada, nem com o sofrimento nem com a mudança atual.Sua face fria e séria não dava vazão a nenhuma emoção.De fato ja conhecia aquela mulher de outros tempos cujo o qual nem a mesma se recorda, talvez sua mente fora apagada naquele tempo por  mero acaso entrópico, ou talvez o mesmo quisera fazer isso.Zero ja havia conhecido muitos demônios, para ele eram seres interessantes com que lidar, mas com uma índole previsível demais, apenas um o impressionou até hoje, um anjo caido cujo o qual por sinal se encontra em seu plano de criação]

Está feito - Diz em tom calmo


[Após ver a transformação terminar zero então virava as costas calmamente, e olhava o céu.Nesse instante como se o olhar dele ordena-se a chuva parava no local.As ultima gotas dela passeavam pelo seu corpo como orvalho em uma folha.Então com um gesto suave ele sutilmente jogava  a parte do seu cabelo que estava no rosto para trás, fazendo com que água sai-se do mesmo espirrando para traz.Não havia mais o que fazer ali, de fato ele presenteou aquela mulher com o que ela realmente queria, e pela afronta ao seu irmão, ele fez um favor para ela.Algo como uma retribuição por enxergar a verdade que poucos podiam ver perante ao véu das intenções de Lyrionn]

O que pretende a partir de agora Succubus? - Diz de forma direta e fria

[De fato ja estava pronto para partir dali, afinal ja fizera o que era para ser feito, não tinha mais nada de interesse lá, ao menos que a mesma prende-se sua atenção, mas como poderia fazer isso?Ou será que era de sua vontade?Questões que circundavam como a brisa gélida local após a chuva]

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #44: 31 de Julho, 2015, 07:57:25
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   . Catherine o observava com descuido, parecia estar mais interessada no ao redor, nas sensações, na chuva a bater na sua pele pálida, nos cabelos agora longos que balançavam por suas costas cobrindo as partes dela que estavam a aparecer e suas tatuagens, seus olhos curiosos observava o redor, as sensações, até que a ultima gota caiu em seu rosto a fazendo correr o dedo pela mesma para poder observa-la. Sabia que tudo era igual, estava no mesmo local de horas atras, mas por alguma razão seus sentidos estavam diferentes, era como se... Antigamente tudo que ela sentia era passado por um filtro por conta da Mulher, que agora ela sabia o nome, que a controlava.

      Por mim das ultimas palavras dele, a jovem voltou a face curiosa para as costas do homem que sabia se chamar Zero, parecia que ele a havia presenteado com algo interessante e seu semblante se curvava em mais um sorriso, este completo que moldou seu rosto em uma expressão curiosa e indecifrável. Moveu as pernas para frente quase que trombando no corpo dele, seus dedos se ergueram no ar e correram as pontas das unhas e dos dedos pelas costas dele como se dividindo parte dos longos cabelos molhados em dois, aquele ato lhe parecia extremamente interessante apesar de completamente simples . Eu pretendo encontrar aquela que me controlava novamente.... A Sr. Lilith . Era estranho pensar naquilo, era estranho falar seu nome sem nenhum empecilho ou medo, o normal seria evitar que pudesse isso acontecer, para que não mais corresse o risco de ser controlada ou morta por desobediência, mas ela estava curiosa para conhecer de verdade aquela mulher . Pensando agora... Ela parecia um tanto preocupada com alguma coisa ou alguém... . Enquanto suas palavras saiam calmamente de seus lábios, como se a conversa não passasse de algo comum, como se estivesse falando sobre o tempo, seus dedos continuavam a correr a extensão do corpo dele como se pudesse sentir algo através daquele contato. Não lhe incomodava a extrema frieza que ela aquilo, assim como os dedos dele ao lhe tocar pelo queixo, parecia estar extremamente concentrada em percorrer as extensões das costas desnuda deles, ombros e cabelos... Procurando por algo, era o que dava impressão . De outro modo... O que posso fazer por você? . Nesse momento ela para o toque na lateral da cintura direita dele descendo o restante da palma e apoiando-a ali por completo, sua pele era quente mesmo com aquele frio, e fazia um contraste com a frieza dele . Parece um pouco inútil fazer essa pergunta, já que seu interesse aqui acabou... Mas imagino que tenha algo . Ela diz por fim voltando a mover os dedos agora companhados de sua mão, mas esta corria para frente pela lateral, junto com a mão que antes estava parada, fazendo seus dedos se encontrarem na frente do corpo dele sobre a barriga subindo um pouco até os ombros e pressionando ali levemente, isso fazia com que o próprio corpo dela tivesse se aproximado, mas ainda sem contato completo, somente aquela sensação de frio e calor se encontrando que ocorria na pouca distância. Não sabia dizer o que fazia, mas dado a seu estilo de vida, o corpo de alguém era seu livro, ela podia tocar a pele de alguém e entender ou sentir muito do que a pessoa podia sentir. Isso facilitava seu trabalho de Arquiteto .


   

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Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #45: 31 de Julho, 2015, 13:20:25
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[Zero sentia o toque daquela mulher e no mesmo instante ele curvava o rosto para o lado olhando-a de relance.De fato para ele algo muito estranho, alguém lhe tocar, nunca sentiu um toque feminino ou masculino sem ser em combate, era estranho alguém tocar aquele que era intocável por qualquer um.Sua pele era lisa e macia apesar de fria, parecia um abraço da morte.De fato a mesma oferecia-se a pagar uma divida que não existia, cujo o qual Zero enfatizou antes, porém não via razão para tal, afinal era um prêmio a mesma por se desvencilhar das ilusões.A pergunta dela vagava na mente do manipulador das esferas como uma incógnita.O que ele poderia pedir de alguém como ela?Simples sem poder algum para que ele pudesse-a utilizar em algo... ]


Diga-me você, o que pode oferecer a alguém como eu? - Diz de forma serena

[Após isso Zero volta seu olhar ao céu, permanecendo na mesma posição.Não interrompeu o toque da mulher, nem retribuiu, mas de fato achou estranho, era notável.Um corpo perfeito e intocável como o dele sendo tocado pela aquela mulher era algo que nunca passara por sua cabeça acontecer.Porque ele permitira tal aproximação?Nem mesmo ele sabia, afinal ela não apresentava perigo nenhum, na verdade nada apresentava um perigo a sua integridade, nada que existe, talvez por isso ache estranho ser tocado e estranho não se precaver com isso.Os pensamentos vagueiam tentando se auto compreender naquele instante.Um conflito que nunca existirá antes.De fato era algo interessante.Uma emoção?Não achava que fosse, pois não sabia o que era mas sabia como funcionava, era apenas um paradoxo.Podia tomar alguma atitude mas no momento não sabia qual, logo deixava ser tocado por ela até onde iria, e até onde iria gui-alo a faze-lo de volta]

Oh! passageiras alegrias
do Éden compradas por desgraças
tão duráveis!

Deus Criador,
pedi-te porventura
Que do meu barro
me fizesses homem?


Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #46: 31 de Julho, 2015, 17:27:30
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    . Parou brevemente mediante as palavras dele, seus olhos verdes água observavam o topo de sua cabeça que voltou a olhar o céu, novamente olhava para as costas dele em sua plenitude, ele a irritava quando estava presa por Lilith, Por que ? Agora ele a intrigava de uma forma que ela se sentia instigada a continuar ali e não simplesmente se retirar como costumava fazer quando algo não lhe interessava mais ou quando a irritava completamente. Estava curiosa com o que aquela pessoa podia apresentar ao mundo e a ela própria e por isso se mantinha em sua posição, os braços ainda envolviam o corpo dele fazendo-o sentir o calor de seu corpo, os dedos se fechavam com a palma das mãos em seus ombros, e ela ainda o observava com curiosidade.

      Suspirou suavemente soltando uma quantidade considerável de ar, como se estivesse o prendendo até o momento, mas por que ? Ela fechou os olhos e apoiou a testa no centro das costas de Zero e pensou por alguns segundos, seu corpo encostava ao dele agora, o mesmo podia sentir a pele macia e suave dela que emanava o calor de seu corpo, os cabelos negros se misturavam com os brancos dele enquanto o vento passava por ali, ela parecia ter virado uma estatua, ou simplesmente adormecido naquela posição, estava pensando... Não esperava a pergunta, ele parecia ser um ser que sabia exatamente o que queria e do que precisava, o que procurava nas pessoas... E mesmo assim ele a perguntou aquilo . Eu controlo dimensões... Em uma certa parte deste mundo, eu crio... moldo e as desenvolvo a meu bel desejo e prazer . Ela fala finalmente depois de algum tempo naquele silêncio, realmente era a única coisa de poder falando que ela sabia... Era forte, mas não mais forte do que um humano que havia treinado a vida toda... Era ágil e tinha o corpo perfeito para desenvolvimento em altas velocidades, sabia artes marciais e algumas outras formas de contato... Mas fora isso, ela era inteligente e sabia ir atrás do seus desejos .


   

A Jasmy passou por aqui. 8D

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #47: 31 de Julho, 2015, 18:40:23
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[O calor dela realmente era algo estranhamente confortante, mas até o sentimento de conforto era estranho para ele, afinal nunca sentira tal coisa.Zero não era como seu irmão que experimentara sensações e emoções humanas, para ele tudo era novo no sentido pratico, pois no teorico ele sabia como funcionava, pois detinha de conhecimento infindável.Sabia como funcionava e como se proporcionava, e anulava as emoções e sentimentos, mas nunca teve nenhum para ser anulado ou proporcionado.De fato era uma aprendizagem nova para ele sentir o toque mortal em seu corpo.A mulher podia sentir toda a perfeição de seu corpo enquanto passava a mão em suas costas, seu físico era forte, porém nada extravagante, algo mais comum e padronizado]

Não tenho interesse em força, poder ou qualquer coisa parecida, pois sei que nada se compara a minha existência.O que qualquer um nessa existência pode fazer, é graças a mim. - Diz de forma tranquila


[Suas palavras não eram soberbas nem arrogantes, eram apenas verdades, afinal ele e seu irmão simbolizavam todo o inicio da criação, o nada e o vazio, forças primordiais indecifráveis que a partir deles surgira toda a existência atual.São como arquétipos de uma força Nemética infinita.Poder não lhe interessava, pois ele era o apse do poder.Zero buscava apenas entretenimento para sua "vida" , conhecimento e coisas que nunca havia presenciado ou passado, como estava agora, sentia algo, o calor mortal.Estranhamente o sistema de defesa do corpo do manipulador das esferas teriam apagado completamente a existência de qualquer um que tentasse toca-lo sem sua permissão porém não ocorreu ali, era como algo diferente, pois qualquer atitude hostil seria repelida instantaneamente, ou mesmo qualquer atitude mesmos sem ser hostil.Era como se seu poder não se manifestasse por que sabia que era algo que ele mesmo poderia se interessar em passar]

Por que está me tocando dessa forma? - Diz intrigado desviando o olhar para ela virando olhando em seus olhos

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me fizesses homem?


Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #48: 31 de Julho, 2015, 20:32:24
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    . Mediante a resposta dele ela sorriu divertida, um sorriso que chegou até seus olhos verde-água fazendo-os parecer como se houvessem jogado uma pedrinha no meio do lago e as ondas que formavam iam criando divertidas movimentações. Era exatamente o que esperava que ele respondesse.

      O sorriso se manteve enquanto o contato foi quebrado devido a movimentação de Zero. Seus braços e corpo se afastaram e quando ele finalmente estava de frente a ela pode notar como sua face estava, um sorriso delicado em seus lábios vermelhos que corriam pelos olhos, expressão e corpo, ela por completo estava tranquila, sua mente, seu estado de espirito e tudo nela parecia o mais calmo templo budista. Entretanto não se afastou muito mais do que o necessário para ele se virara-se, o que a obrigava a olhar para cima erguendo um pouco o rosto para conseguir ainda manter o contato visual . Por que ? . Ela repetiu a pergunta curiosa, pra dizer a verdade não tinha pensado naquilo, suas ações, seus pensamentos sobre aquilo não havia passado por sua mente, exatamente nada... Apenas a vontade de fazer. E aquela curiosidade nele de porque ela o fazia... Chegava a ser divertida . Não sei . Admitiu, já havia entendido que ele não era uma pessoa que se dava para esconder os pensamentos . O incomoda? . Questiona deixando a dúvida pairar em seus olhos, por que ele havia perguntado aquilo? Talvez fosse tão vazio quanto a falta de obres em seu rosto . Dizem... Que quando se toca uma pessoa, se pode sentir exatamente o que ela pensa, o que ela sente... Um abraço é o ato mais intimo que se poderia ter de contato simples. No meu caso, quando toco alguém com esses dedos... . Ela ergue a mão mostrando os indicadores cobertos pelos anéis . É como faço meu trabalho, eu descubro o desejo ideal da pessoa e crio a dimensão temporária para a realização dos sonhos dela... Claro que com você isso não iria funcionar . Ela complementa o olhando novamente. Segue a mão até a dele a guiando até seu rosto e o fazendo toca-la ali, ao sentir a mão fria ela deita o rosto na dele, mas logo segue, passa sua mão pelo próprio ombro. Na pele nua ele podia sentir as linhas das tatuagens que ali existiam, desceu pelo colo e passou pelo meio do tecido que lhe cobria o busto indo até onde a cintura dela era aberta, todo o caminho podia sentir na pele quente finos traços elevados que formavam os desenhos . Cada tatuagem dessa é uma dimensão, como já deve saber... Sempre que crio uma, eu tenho de guarda-la comigo, eu consigo criar, mas não consigo destruir... Não por falta de conseguir de fato... Mas por falta de vontade. Para mim, meu corpo é um templo, onde tudo que preciso esta guardado, toca-lo é como conhecer a mim melhor do que lendo minha mente e minha expressão . Ela diz por fim soltando a mão dele ainda sobre sua cintura seguindo a própria por seu braço e parando onde alcançava no ombro e logo abandonando o toque para então deixar o próprio descansar ao lado do corpo, seus olhos estavam fixos no dele como se fossem impossíveis de desviar .


   

A Jasmy passou por aqui. 8D

Re: Ruínas da Sétima Igreja
Resposta #49: 31 de Julho, 2015, 21:12:12
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